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Condições para submissão

Como parte do processo de submissão, os autores são obrigados a verificar a conformidade da submissão em relação a todos os itens listados a seguir. As submissões que não estiverem de acordo com as normas serão devolvidas aos autores.
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Diretrizes para Autores

Última atualização em: 03 de junho de 2021

1. A Revista NUPEM é uma publicação quadrimestral vinculada ao Programa de Pós-Graduação Interdisciplinar Sociedade e Desenvolvimento - PPGSeD da Universidade Estadual do Paraná, e recebe manuscritos em fluxo contínuo voltados para a área Sociais e Humanidades. Publica artigos e dossiês em conformidade à política editorial do periódico. Não há cobrança de taxa de submissão aos autores.

2. Eventuais violações éticas serão discutidas pela Comissão Editorial do periódico. A Revista NUPEM segue o código de conduta ética em publicação recomendado pelo Commitee on Publication Ethics (COPE) (http://publicationethics.org) e as condutas de Boas Práticas de Editoração - Code of Conduct and Best Practice Guidelines for Journal Editors (http://publicationethics.org/resources/code-conduct).

3. A Revista NUPEM recebe artigos em português, inglês ou espanhol.

4. O conteúdo dos trabalhos cujos autores são identificados representa o ponto de vista dos próprios autores e não a posição oficial da Revista, do Conselho Editorial ou da Universidade Estadual do Paraná.

5. O(a) autor(a) do texto submetido deve possuir titulação de Doutor. Em caso de coautoria, não há exigência mínima para titulação.

6. Trabalhos em coautoria representam a efetiva participação de todos os autores na concepção, no desenvolvimento e na escrita. O Conselho Editorial da Revista NUPEM reserva-se o direito de solicitar informações e recusar manuscritos cuja coautoria manifestada não seja adequadamente explicitada.

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8. Os textos enviados serão apreciados previamente pelo Conselho Editorial, que encaminhará aos pareceristas aqueles que considerar adequados à linha e aos critérios editoriais da revista. Os trabalhos serão submetidos para avaliação de 2 pareceristas externos e, se necessário, encaminhados para um terceiro consultor, no sistema blind peer review.

9. Os manuscritos serão avaliados pelos pareceristas quanto à relevância; originalidade; coerência entre objetivos, método, resultados e conclusões; contribuições ao campo da pesquisa; linguagem e normalização científica. A decisão final sobre a publicação ou não do manuscrito é sempre do Conselho Editorial.

10. A Revista NUPEM reserva-se o direito de não aceitar a submissão de textos que não estejam de acordo com sua linha editorial, bem como de não avaliar ou publicar trabalhos de mesma autoria em intervalos inferiores a um ano. A Revista só aceitará manuscritos inéditos.

11. Após apreciação pelos pareceristas e Conselho Editorial, o manuscrito poderá ser aprovado para publicação, reprovado ou aceito com revisões. Neste último caso, será dado um prazo ao(s) autor(es) para a reformulação em conformidade ao parecer.

12. Em caso de aprovação para publicação, a Revista NUPEM permite-se introduzir pequenas alterações formais no texto, em conformidade aos critérios e normas operacionais internas.

13. Os artigos devem conter no máximo 10.000 palavras, incluindo resumo de até 150 palavras e até 4 palavras-chave, e referências.

14. Os textos devem ser digitados em Word for Windows, formato A4, fonte Arial, tamanho 12, espaçamento 1,5, recuo de parágrafo 1,25 e margens de 3 cm.

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18. Gráficos, tabelas, ilustrações e figuras devem vir no corpo do texto, devidamente numeradas e identificadas.

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  • RESUMO em um único parágrafo, espaçamento simples, de no máximo 150 palavras, acompanhadas de até quatro palavras-chave, em português, espanhol e inglês;
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  • ITÁLICO deve ser utilizado apenas para palavras em língua estrangeira;
  • NEGRITO e SUBLINHADO devem ser evitados.
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  • REFERÊNCIAS das obras citadas devem ser listadas ao final do texto, em ordem alfabética, sem abreviação dos nomes dos autores, em tamanho 12 e espaçamento 1,5, conforme Normas da ABNT.

Exemplos de referências

Periódico científico

ORO, Ari Pedro. A política da Igreja Universal e seus reflexos nos campos religioso e político brasileiros. Revista Brasileira de Ciências Sociais, v. 18, n. 53, p. 53-69, out. 2003.

Livro

BOURDIEU, Pierre. A economia das trocas simbólicas. São Paulo: Perspectiva, 2007.

Capítulo de livro

PALMEIRA, Moacir. Política e tempo: nota exploratória. In: PEIRANO, Mariza (Org.). O dito e o feito: ensaios de antropologia dos rituais. Rio de Janeiro: Relume Dumará, 2002, p. 171-177.

Teses / Dissertações / Monografias

SILVA, Elaine Cristina. Contradições e conflitos na atuação de empresas e do INSS no processo de retorno ao trabalho de trabalhadores afastados por LER/DORT. 231f. Doutorado em Engenharia de Produção pela Universidade Federal de São Carlos. São Carlos, 2016.

Trabalhos publicados em eventos

NASCIMENTO, Lara Pazinato et al. Quando as pautas são maiores que as placas: católicos e evangélicos pela defesa da vida. In: Seminário Internacional Práticas Religiosas no Mundo Contemporâneo (UEL-UBI). Anais... Londrina: UEL, 2019, p. 71-86.

Material publicado em meios eletrônicos

MEGAL, Bela. Haddad pede a lideranças católicas que façam alertas sobre notícias falsas a fiéis. O Globo. 11 out. 2018. Disponível em: https://glo.bo/2ybEyA4. Acesso em: 15 mar. 2019.

Artigos

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Dossiê: O espaço (auto)biográfico: indivíduo, memória e sociedade

Dossiê: O espaço (auto)biográfico: indivíduo, memória e sociedade

Submissão: 03 de julho a 03 de novembro de 2021
Publicação: v. 14, n. 32, maio/ago. 2022
Orgs: Wilton Silva (UNESP) e Hugo Quinta (UNESP)

Se uma vida bem escrita é tão rara quanto uma bem vivida, uma vida bem estudada também faz parte deste universo de raridades. No entanto, se é verdade que as reflexões sobre a escrita biográfica e autobiográfica desafiam muitos pesquisadores, ao menos existem numerosas possibilidades de análise e abordagem de tais fontes e objetos, em distintos campos das ciências humanas e sociais.

O “espaço biográfico” se apresenta a partir de formas canônicas, inovadoras e novas, entre as quais listam-se biografias, autobiografias, memórias, testemunhos, histórias de vida, diários íntimos, correspondências, cadernos de notas, de viagens, rascunhos, lembranças de infância, autoficções, romances, filmes, vídeo e teatro autobiográficos; além de reality painting, registros biográficos de entrevistas midiáticas, conversas, retratos, perfis, anedotários, indiscrições, confissões próprias e alheias, velhas e novas variantes do show (talk show, reality show), a videopolítica, os relatos de vida das ciências sociais e as novas ênfases da pesquisa e da escrita acadêmicas, entre outras possibilidades em distintos suportes e formatos.

Aos pesquisadores do espaço (auto)biógrafico é dada a oportunidade de explorar narrativas profundamente imbricadas nas subjetividades, nos afetos, nos modos de ver, perceber e sentir o outro e a si mesmo, ao mesmo tempo em que se é desafiado pelas interrelações entre a “verdade dos fatos” e a “verdade da interpretação”, na união de dados e informações com imaginação e insights.

Muitas questões, tanto estéticas quanto teórico-metodológicas, surgem a partir de diferentes possibilidades analíticas das escritas biográfica e autobiográfica, e a partir destas propomos o dossiê intitulado “O espaço (auto)biográfico: indivíduo, memória e sociedade”, por meio do qual buscamos reunir trabalhos originais, das áreas de ciências humanas e sociais, que apresentem questões sobre quantos “eus” de cada existência podemos resgatar em fontes desta natureza, como se processam as representações da descontinuidade e da fragmentação de uma vida, quantas “temporalidades” podem coexistir na narrativa (auto)biográfica, quais confluências e divergências podem ser estabelecidas entre indivíduo e grupo, conjuntura e estrutura, fontes e narrativa a partir da escrita sobre o outro ou sobre si mesmo, entre muitas outras questões que possam enriquecer os debates ao redor de uma temática ampla, rica e marcada por hibridismos.

As diversas práticas narrativas que envolvem a seleção, descrição e análise de uma trajetória individual, a partir de múltiplos enfoques e metodologias, podem originar trabalhos acadêmicos capazes de caracterizar um espaço multidisciplinar de reflexão sobre a memória e o esquecimento, o qual será enriquecido com as colaborações do presente dossiê.

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