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Condições para submissão

Como parte do processo de submissão, os autores são obrigados a verificar a conformidade da submissão em relação a todos os itens listados a seguir. As submissões que não estiverem de acordo com as normas serão devolvidas aos autores.
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  • Em caso de aceitação deste manuscrito, a Revista NUPEM passa a ter os direitos autorais a ele referentes, que se tornarão propriedade exclusiva da revista.

Diretrizes para Autores

Última atualização em: 11 de abril de 2019

1. A Revista NUPEM é uma publicação quadrimestral vinculada ao Programa de Pós-Graduação Interdisciplinar Sociedade e Desenvolvimento - PPGSeD da Universidade Estadual do Paraná – Câmpus de Campo Mourão, e recebe manuscritos em fluxo contínuo voltados para a área Sociais e Humanidades. Publica artigos e dossiês em conformidade à política editorial do periódico. Não há cobrança de taxa de submissão aos autores.
2. A Revista NUPEM recebe artigos em português, inglês ou espanhol.
3. O conteúdo dos trabalhos cujos autores são identificados representa o ponto de vista dos próprios autores e não a posição oficial da Revista, do Conselho Editorial ou da Universidade Estadual do Paraná - Câmpus de Campo Mourão.
4. Os trabalhos podem ter até 4 autores, dos quais ao menos um deve possuir titulação mínima de Doutor.
5. A publicação de qualquer trabalho está condicionada à aprovação prévia do Conselho Editorial da Revista NUPEM e ao atendimento das condições descritas nestas orientações. Cabe ao Conselho Editorial definir, a cada número da revista, os critérios para reunir os trabalhos já aprovados.
6. Os textos enviados serão apreciados previamente pelo Conselho Editorial, que encaminhará aos pareceristas aqueles que considerar adequados à linha e aos critérios editoriais da revista. Os trabalhos serão submetidos para avaliação de 2 pareceristas externos e, se necessário, encaminhados para um terceiro consultor, no sistema blind peer review. Os manuscrtitos serão avaliados pelos pareceristas quanto à relevância; originalidade; coerência entre objetivos, método, resultados e conclusões; contribuições ao campo da pesquisa; linguagem e normalização científica. A decisão final sobre a publicação ou não do manuscrito é sempre do Conselho Editorial.
7. A Revista NUPEM reserva-se o direito de não aceitar a submissão de textos que não estejam de acordo com sua linha editorial, bem como de não avaliar ou publicar trabalhos de mesma autoria em intervalos inferiores a um ano. A Revista só aceitará manuscritos inéditos.
8. Após apreciação pelos pareceristas e Conselho Editorial, o manuscrito poderá ser aprovado para publicação, reprovado ou aceito com revisões. Neste último caso, será dado um prazo ao(s) autor(es) para a reformulação em conformidade ao parecer.
9. A Revista NUPEM adota os princípios contidos nos Códigos de Ética do Committee on Publication Ethics (COPE) (http://www.publicationethics.org/) e do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (http://www.cnpq.br/web/guest/diretrizes).
10. Em caso de aprovação para publicação, a Revista NUPEM permite-se introduzir pequenas alterações formais no texto, em conformidade aos critérios e normas operacionais internas.
11. Os artigos devem conter entre 12 e 25 laudas, com título, resumo de 5 a 10 linhas e até 4 palavras-chave.
12. Os textos não devem conter identificação dos autores. Devem ser digitados em Word for Windows, formato A4, fonte Arial, tamanho 12, espaçamento 1,5, recuo de parágrafo 1,25 e margens de 3 cm.
13. Em Documentos Suplementares deve ser anexada Carta de Encaminhamento preenchida e assinada, disponível em: http://www.fecilcam.br/revista/arquivos/CartaEncaminhamento.doc
14. Além da Declaração de Responsabilidade e do Termo de Cessão de Direitos Autorais, efetivados por meio da Carta de Encaminhamento, a Revista NUPEM utiliza da ferramenta CopySpider para auxiliar na política anti-plágio.
15. Gráficos, tabelas, ilustrações e figuras devem vir no corpo do texto, devidamente numeradas e identificadas.
16. O arquivo completo do trabalho pode ter no máximo 5 MB.
17. Orientações gerais sobre a padronização dos trabalhos enviados:

  • TÍTULO deve ser centralizado, em letra maiúscula e em negrito, em português, espanhol e inglês;
  • RESUMO em um único parágrafo, espaçamento simples, de 5 a 10 linhas acompanhadas de até quatro palavras-chave, em português, espanhol e inglês;
  • CITAÇÕES no interior do texto devem observar a seguinte norma: sobrenome do autor em caixa alta, ano da obra, vírgula e a página. Ex: (KUHN, 1978, p. 216);
  • CITAÇÕES no corpo do texto devem vir entre aspas. As citações com mais de cinco linhas deverão vir fora do corpo do texto, contendo a mesma fonte, tamanho 11, espaçamento simples e recuo de 4 cm à esquerda;
  • NOTAS DE RODAPÉ devem ser inseridas no final de cada página, e devem ser de caráter exclusivamente explicativas ou para citação de fontes documentais;
  • REFERÊNCIAS das obras citadas devem ser listadas ao final do texto, em ordem alfabética, em tamanho 12 e espaçamento 1,5, conforme Normas da ABNT.

Exemplos de referências

Periódico científico:

ORO, Ari Pedro. A política da Igreja Universal e seus reflexos nos campos religioso e político brasileiros. Revista Brasileira de Ciências Sociais, v. 18, n. 53, p. 53-69, 2003.

Livro:

BOURDIEU, Pierre. A economia das trocas simbólicas. São Paulo: Perspectiva, 2007.

Capítulo de Livro:

PALMEIRA, Moacir. Política e tempo: nota exploratória. In: PEIRANO, Mariza (Org.). O dito e o feito: ensaios de antropologia dos rituais. Rio de Janeiro: Relume Dumará, 2002, p. 171-177.

Artigos

Política padrão de seção

Dossiê: Religião e saúde: novos arranjos

A proposta deste dossiê temático é a de reunir artigos que explorem variadas modalidades da interface entre saúde e religião. Privilegiaremos textos que recorram a situações empíricas em que essa interface se estabelece, a partir, por exemplo: do itinerário terapêutico dos usuários, da formação e atuação dos próprios terapeutas, das práticas terapêuticas institucionalizadas ou não, da estrutura institucional de centros de atendimento, das diferentes concepções de cura, saúde e doença. Assim como também convidamos a proposição de textos que explorem o tema metodológica e teoricamente, das experiências, dos aportes e dilemas desta interface.
Orgs: Rodrigo Toniol (Unicamp) e Raquel Bastos (Unesp)
Submissão: 7 de abril a 12 de junho
Publicação: v. 11, n. 23, set./dez. 2019

Dossiê: Direitos fundamentais, participação sociopolítica e sociabilidade nas Am

Submissão: 20 de julho a 20 de setembro de 2019
Publicação: 
v. 12, n. 25, jan./abr. 2020
Orgs: 
Pablo Martins Bernardi Coelho (UEMG); Fred Maciel (PPGSeD - Unespar)

A questão dos direitos fundamentais perpassa todo o processo histórico de tentativa de estabelecimento de preceitos humanitários universalmente válidos, institucional e legalmente protegidos, envolvendo garantias individuais e coletivas, sociais, políticas e de organização. Atrelada a essa noção, a consideração da participação social e política como ponto central na efetivação da cidadania e da própria democracia enquanto parâmetro mais amplo revela-se um aporte importante no entendimento das realidades nacionais e regionais; considerando, também, a importância dos espaços de sociabilidade no desenvolvimento de interrelações e na discussão de pautas. Nesse sentido, tendo o espaço das Américas como referência em sua amplitude, heterogeneidade e complexidade, a composição do dossiê pretende agrupar artigos que abordem as diversas relações entre atores/setores sociais e o debate em torno dos direitos fundamentais nos países anglo e latino-americanos, envolvendo temas como: cidadania e democracia, movimentos sociais e direitos humanos, etapas históricas de conquistas de direitos, espaços de diálogo entre esferas estatais/institucionais e sociedade, constitucionalismo e acesso à justiça, políticas públicas e direitos sociais, e processos históricos de participação sociopolítica. Com isso, análises de experiências e desafios atuais, bem como elaborações mais metodológicas/conceituais, serão organizadas objetivando novos e múltiplos olhares sobre as ações sociais e suas relações com os direitos fundamentais e a governabilidade nas regiões americanas.

Dossiê: A educação superior e sua qualificação por meio de políticas linguística

Submissão: 20 de novembro/2019 a 20 de janeiro/2020
Publicação: v. 12, n. 26, maio/ago. 2020
Orgs: Eliane Segati Rios Registro (Uenp) e Alessandra Augusta Pereira da Silva (Unespar)

Recentes discussões sobre a necessidade de qualificação da educação superior, associada a um exigente contexto de constantes transformações, traz à tona um cenário de muitas incertezas que se pautam na internacionalização como uma resposta às demandas social, política, econômica e cultural como forma de apoio ao desenvolvimento de diversos países. No Brasil, a internacionalização vem ganhando destaque na agenda política por meio do incentivo de agências de fomento federais e estaduais a diferentes projetos e programas das instituições de ensino superior, convergindo no impacto sobre a produção científica acerca dessa temática. É nesse quadro que a dinâmica de internacionalização vai se desenhando, desprendendo-se de um lugar periférico para um lugar central nas políticas elaboradas pelas universidades, permeando os eixos do ensino, da pesquisa, da extensão e da gestão universitária de forma abrangente. Nelas, faz-se necessário o planejamento institucional estratégico de internacionalização, que deve situar e definir as políticas linguísticas, entendidas como a relação entre o poder e as línguas a partir de decisões políticas sobre seu uso na sociedade. As políticas linguísticas objetivam dar suporte às ações previstas nos Planos de Desenvolvimento Institucional de cada universidade, além da busca pela abertura de novos convênios para expansão de sua potencialidade de internacionalização. É nesse contexto que este dossiê está inserido, objetivando discutir o conceito de internacionalização da educação superior a partir de uma perspectiva interdisciplinar, plurilinguística e cultural, advinda das áreas Sociais e Humanidades, com foco principal no Brasil e nas políticas linguísticas e de internacionalização a ele pertencentes.

Dossiê: A universidade como agente de desenvolvimento cultural, social e econô

Submissão: 20 de março a 20 de maio de 2020
Publicação: v. 12, n. 27, set./dez. 2020
Org: Valdir Fernandes (UTFPR)

Este Dossiê busca provocar e ser espaço de reflexão e discussões acerca da relevância da Universidade no contexto contemporâneo. Tendo em vista os processos de transformação, intercâmbio e fluxo de ideias, pessoas e culturas que marcam a contemporaneidade, torna-se oportuno refletir sobre o lugar, o papel e a organização da Universidade na sociedade, sobretudo no contexto brasileiro, diante dos constantes questionamentos acerca da finalidade da Universidade Pública. Considerando esse contexto e as linhas de atuação das universidades, ensino, pesquisa e extensão, cumpre refletir sobre sua influência e contribuição nos processos de desenvolvimento dos países ao redor do mundo e do Brasil. Qual sua influência e contribuição no desenvolvimento? Como se desenvolveu e evoluiu o sistema universitário e qual sua conexão com os processos de desenvolvimento cultural, social e econômico? Como isso ocorreu e ocorre no Brasil?

Neste sentido, o Dossiê receberá artigos científicos das diferentes áreas de conhecimento que procurem problematizar temáticas apresentadas conforme os eixos a seguir: a) Estado, políticas públicas e Universidade, contemplando discussões acerca das políticas de Estado para o Educação Superior, do financiamento e gestão dos recursos públicos, bem como o debate sobre a autonomia universitária. Inserem-se igualmente, neste eixo, as reflexões acerca do papel e do lugar da Universidade na contemporaneidade. b) Educação Superior, ciência e sociedade, enfocando questões relativas ao conhecimento produzido nas diferentes áreas e em uma perspectiva multi/inter/transdisciplinar, problematizando a estrutura e organização curricular na Educação Superior diante das demandas dos contextos regional, nacional e internacional. Engloba, ainda, as discussões sobre a formação promovida pela Universidade, voltada tanto para o mundo do trabalho quanto para o desenvolvimento do pensamento crítico-reflexivo. c) Universidade, direitos humanos e desenvolvimento social, voltado para a problematização de temáticas como cidadania, emancipação humana, pautas inclusivas, desigualdades e equidades, diversidades e relações de poder na e a partir da Universidade. Entende-se, assim, a Universidade como espaço do livre pensar e da multiplicidade de perspectivas teórico-metodológicas na produção do conhecimento e da ciência.

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